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Uma pessoa alegre e dedicada, com metas a serem cumpridas, Extrovertida

domingo, 30 de agosto de 2009

Por que me resgatou? Por que me trouxe aqui? Por que me queres Deus tanto assim? Se contra o céu pequei,e contra ti também. Minha vida destruí,como errei... Por que me queres tanto assim? Refrão 2XFilho eu quero tanto Enxugar teu pranto te fazer só meu. Filho eu quero ser teu Deus Eu te amo tanto,tanto,tanto,tanto Filho vem ser meu,filho eu quero ser teu Deus Porque me queres tanto assim?? Eu quero te envolver em meus mistérios No manto da minha Glória Eu vou desenrolar o rolo santo Mudar a tua história Eu vou fazer de ti vaso de honra Eu vou envergonhar os que te zombam Vou te dar vitória Por que me queres tanto assim ??? Refrão 2X Filho eu quero tanto Enxugar teu pranto te fazer só meu. Filho eu quero ser teu Deus Eu te amo tanto,tanto,tanto,tanto Filho vem ser meu,filho eu quero ser teu Deus Por que eu te amo !!!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009


A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.
todos em busca do mesmo objetivo.

sábado, 22 de agosto de 2009

Mesagem sobre penssamentos e sentimentos

O arco e a flecha
Vivemos imersos no mar de pensamentos de toda a humanidade – o chamado “pensamento massa”. A maior parte do tempo, você capta estes pensamentos, aceita-os, dá-lhes força (nutrindo-os com seus sentimentos) e os envia adiante. A partir daí, torna-se responsável por eles, pois contribuiu para melhorar ou piorar a qualidade do “pensamento massa”.
É um erro acreditar que os pensamentos sejam invisíveis e que se desfazem no infinito. O que você pensa fica registrado em seu corpo físico, nos móveis, nas paredes da casa, na atmosfera do seu mundo, nos relacionamentos e nos trabalhos que produz.
Você é, agora, o resultado do que pensou até hoje.
Diz um provérbio milenar: “junte Amor no pão que amassar; embrulhe Força e Coragem no pacote que amarrar para a mulher de rosto cansado; entregue Confiança no dinheiro que vai pagar ao homem de olhos desconfiados”.
Os maus pensamentos e sentimentos causam danos, tanto para o pensador como para os outros, sendo fonte de muitas doenças.
Anteriormente, só as doenças psíquicas eram ligadas a pensamentos e sentimentos imperfeitos, mas já é tempo de discernir que variadas doenças físicas nasceram de pensamentos e sentimentos descontrolados. Não só as do coração! Muitas de estômago e pele são conseqüências de pensamentos e sentimentos destrutivos.
Cada mau pensamento e sentimento nos distancia do nosso Sol Espiritual, o Cristo, a fonte da nossa vida e imunidade. Quando nos afastamos de Deus, nos tornamos campos férteis para todo tipo de doença.
O que torna um ser humano mais desenvolvido que outro é que um deles controla melhor seus pensamentos e sentimentos e os usa conscientemente.
Para você adquirir esse controle, o primeiro passo é estabelecer o observador de si mesmo. Esse vigilante silencioso logo ajudará a discernir entre seus bons e maus pensamentos.
Você descobrirá que a saúde, a convivência e tudo que nos cerca, resulta da qualidade dos nossos pensamentos e sentimentos. Só então pode deixar o papel de vítima e assumir a consciência de ser o Criador Responsável.
Esse observador pode ser visualizado, a princípio, como um olho dentro da cabeça (o terceiro olho), sentindo-o como o Olho Onividente, a Vista de Deus em si, o Pensador Perfeito.
A mente é semelhante a um aparelho de rádio e podemos selecionar as emissoras, ou seja, os tipos de pensamentos que desejamos captar. Escolhamos então a melhor emissora! A Mente de Deus!
Os grandes mestres da música, da pintura, da literatura, os maiores pensadores foram apenas pessoas que ousaram aspirar por uma perfeita sintonia com a Mente de Deus. Realizaram então obras que contribuíram e contribuem para a evolução da humanidade.
O pensamento é a flecha. O sentimento, o arco que a impulsiona. Sejamos arqueiros conscientes e, com toda concentração, miremos o único alvo de valor: a Mente de Deus.
Todas as formas velam um atributo, uma mensagem, um ensinamento. O jasmim do cabo ou Gardenia jasminoides Ellis é um ser nativo da antiga Pérsia, que traz um simbolismo, uma mensagem muito importante para cada um de nós neste momento.
Olhe para o jasmim e transforme-se nele, pois ele é pureza transmitida pela alvura de suas pétalas, que também emanam inofensividade, regeneração, paz, dignidade e elegância. Do seu centro, o jasmim exala maravilhoso perfume, que são seus pensamentos e sentimentos, abençoando toda criação, todo o exterior.
A essência floral do jasmim é obtida da seguinte forma: ao nascer do sol, colhe-se uma flor bem aberta e perfeita. Mergulha-se a flor em um litro de água pura, em vasilha de vidro transparente. Deixa-se ao sol durante todo o dia. Ao entardecer, estará pronta para ser tomada. A dosagem fica a critério da observação pessoal de cada um.
Esta essência facilita a sintonia de nossa mente com a Mente do nosso Deus interior, fonte de toda beleza, harmonia, pureza, perfeição, criatividade e iluminação. Proporciona um novo nascimento, regeneração e melhoria na auto-estima.
O nome jasmim significa “exalar a beleza e a perfeição que jaz em mim”. Sejamos jasmins e vivamos no interior do seguinte pensamento: Eu Sou o pensamento e sentimento criadores perfeitos, presentes nas mentes e corações de todos, em todos os lugares
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009



A tecnologia
A tecnologia traz comunicação.
E também comunicação.

E para acompanhar tem que se empenhar é acredita
É acreditar (2x)

Para me encontra é só conectar se não estiver lá estou no celular.
Estou no celular. (2x)

A televisão nós mostra a realidade do nosso pais e da sociedade.
Pra se atualizar tem que ser determinado.(2x)

Autora Inês

quarta-feira, 19 de agosto de 2009


A tecnologia atualmente tem dominado o mundo!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

QUANDO CANTAS

Quando cantas
Quando cantas, minh'alma desprezando O invólucro do corpo, ascende às belasAltas esferas de ouro, e, acima delas, Ouve arcanjos as cítaras pulsando. Corre os países longes, que revelas Ao som divino do teu canto: e, quando Baixas a voz, ela também, chorando, Desce, entre os claros grupos das estrelas.E expira a tua voz. Do paraíso, A que subira ouvíndo-te, caído, Fico a fitar-te pálido, indeciso... E enquanto cismas, sorridente e casta,A teus pés, como um pássaro ferido,Toda a minh'alma trêmula se arrasta...
gostaria que decem uma olhadinha httt://www.senaemsena.blogspot.com

segunda-feira, 17 de agosto de 2009




Conhecimento x Tecnologia
Não é de hoje que buscamos acumular algum tipo de conhecimento para resolver nossos problemas ou apenas para satisfazer nossa insaciável curiosidade. Nos primórdios da civilização, quando por algum motivo um homem primitivo lascou uma pedra e percebeu que com a ponta poderia construir uma arma para abater animais obtendo alimento e peles para espantar o frio, certamente já estava acumulando algum tipo de conhecimento e empregando uma nova tecnologia.
Primeiramente a linguagem foi peça fundamental para a transferência do conhecimento informal. Em segundo lugar a matemática veio como importante ferramenta porque permitiu a aferição, padronização e comparações.
Provavelmente um homem primitivo tenha percebido que a quantidade de dedos em suas mãos era bem menor que o número de pontos brilhantes no céu noturno. Assim como também possivelmente tenha se dado conta dos tamanhos e proporções diferentes entre um grande mamífero, um pássaro e uma pequena pedra.
Anos antes de cristo os gregos acreditaram que poderiam explicar tudo o que existe na natureza pensando filosoficamente. Entender os fenômenos naturais, a organização da sociedade, a economia e a política, causando grande acúmulo de conhecimento, mas desprezavam a técnica e os trabalhos manuais.
Na idade média ao contrário dos pensadores gregos, ferreiros aprendiam empiricamente a técnica de forjar espadas com os pais, não havia cadernos nem escola, mas pela necessidade de lutar para pela sobrevivência a técnica ou arte se disseminava. A igreja exercia grande poder sobre o povo que achava que tudo era obra do divino – conhecimento teológico. Mesmo os feiticeiros apelavam para as forças ocultas para resolver os problemas da sociedade assim como os bárbaros nórdicos acreditavam em deuses pagãos, feitiços e runas mágicas.
O conhecimento pode vir por duas formas; necessidade ou curiosidade. Na antiguidade buscava-se o conhecimento quase sempre para resolver problema técnico ou não (fome, frio, construção de armamentos, rodas de carroça ou adestramento de animais).
Foi a necessidade de se testar hipóteses que acabou gerando o método científico, que por sua vez levou ao conhecimento científico, mas pode-se reforçar que a tecnologia surgiu já nos primórdios da civilização.
Quando se fala em tecnologia é impossível não falar em conhecimento, contudo cabe aqui definir tecnologia, porque muito do que chamamos de tecnologia não é tecnologia, mas sim o resultado dela. Tecnologia é um conjunto de normas e procedimentos. É o conhecimento para se produzir qualquer produto ou para se resolver um problema. Um automóvel, um software, mesmo uma tampa de caneta ou o tão pequeno e desprezível botão de camisa são resultados da tecnologia, e não a tecnologia em si.
Geralmente em produtos mais complexos se utiliza maior tecnologia. Evidentemente um celular emprega bem mais tecnologia do que o botão. Porque envolve métodos de produção mais complicados, construção de chips, placas, antenas para transmissão, satélites e mais uma infinidade de dispositivos que dependem de uma série de procedimentos. Um simples botão utiliza apenas um tipo de material, uma máquina e apenas um empregado podem construir “infinitos” botões que irão parar em “infinitas” camisas sem necessidade de implantação de complicados métodos fabricação e gerenciamento. Entretanto se uma empresa fabrica vários tipos de botões com diversos tipos de materiais com design específico, além de linhas e aviamentos, pode estar empregando uma grande quantidade de tecnologia.
O conhecimento é formado por hipóteses, teorias e conceitos que podem ser úteis para um determinado fim. Se empregado para tecnologia ele pode desempenhar um importante papel na economia tornando empresas mais competitivas, pode ajudar a diminuir fome e a miséria no mundo, pode gerar novos produtos e processos, pode curar doenças e finalmente, propiciar meios para diminuir a poluição ambiental. Entretanto se não for gerido de forma ética e responsável o efeito poderá ser inverso. Quanto a isso não faltam evidências.
"Dogville", de Lars Von Trier (2004)


Na época da Grande Depressão, uma bela mulher, Grace, interpretada por Nicole Kidman, fugindo de gângsteres, recebe a ajuda da população de uma pequena cidade nas Montanhas Rochosas nos EUA (Dogville). Aos poucos, ela torna-se cativa da miséria humana de Dogville, sendo explorada e abusada sexualmente pelos moradores em troca do silêncio da cidade diante da policia e dos gângsteres. A suposta generosidade e hospitalidade de Dogville se interverte em opressão e agudo estranhamento. Critica visceral da sociabilidade tacanha da América profunda (aquela que elegeu George Bush), onde pessoas frágeis estão imersas em medos, crueldades e perversões ocultas. A chegada de Grace, a estranha fugitiva, a tornará bode expiatório destas misérias provincianas. Talvez Dogville seja o inconsciente perverso da América paroquial. Diante da monstruosa humanidade desta pequena cidade, só restará a Grace eliminar Dogville para que o mundo se torne um pouco melhor (seria possível um paralelo entre Grace e Grete Samsa, personagem d conto A Metamorfose, de Franz Kafka, que diante da monstruosidade de Gregor, seu irmão, é obrigada a eliminá-lo?). O filme de Trier possui um final trágico e pessimista, painel da falsa moralidade dos tempos da globalização neoliberal. No estilo de "Os pecados de todos nós" (Reflections in a Golden Eye), de John Huston (1967), ou até mesmo “Caçada Humana” (The Chase), de Arthur Penn (1966), Dogville, de Lars von Trier, é um filme de crise da sociabilidade americana, exposto por Trier em "Dançando no Escuro" (Dancer in The Dark), de 2000. Em Dogville, o contéudo se imprime na forma estética. Trier reinventa o cinema, expressando a narrativa filmica através de uma forma hibrida (teatro filmado). Mas ao desconstruir a linguagem da indústria cultural de Hollywood, à titulo de fazer a critica visceral do americanismo, Lars von Trier tende a descontruir a própria linguagem do cinema. Na verdade, em Dogville, a forma estética é parte intrínseca do conteúdo de critica corrosiva à sociabilidade da América do espetáculo. A narrativa, dividida em atos, tal como no teatro, e com apoio de um narrador em off, é representada num palco, com a pequena cidade de Dogville sendo constituida por paredes imaginárias.
[topo](2004)
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